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Boletim Eletrônico
ADUFS - Ano II - Nº 31
30 de Junho de 2009 |
Destaque
Fórum das ADs convida professores às manifestações do 2 de julho

Na comemoração da Independência da Bahia, movimento docente reivindica autonomia para as UEBA
O Fórum das ADs, em reunião no último dia 16, na ADUSC, aprovou a realização de uma manifestação massiva, com as três categorias, no tradicional cortejo do 2 de julho. Na ocasião, o movimento docente vai denunciar o corte de verbas para as universidades e o bloqueio de benefícios dos professores. Todas as ADs encaminharão caravanas à Salvador e na ADUFS um ônibus sairá da UEFS, às 7h30min, com professores, discentes e servidores técnico-administrativos.
A Diretoria da ADUFS reforça o convite para a manifestação e destaca a importância do Ato como mais um espaço de denúncia. “É um momento ímpar para denunciarmos ao povo baiano a política desrespeitosa do Governo Wagner para a Educação Superior neste momento de crise orçamentária e contingenciamento”, avalia.
Na reunião em Ilhéus, as associações docentes também avaliaram as atividades de mobilização realizadas nos últimos dois meses e aprovaram o indicativo de unificação das categorias para as próximas ações. O encaminhamento reflete o surgimento desta pauta comum e emergente como prioridade para este momento. “Decidimos centralizar as ações nessa pauta emergencial para garantir o funcionamento das universidades”, explica a Diretoria da ADUFS. Para elaborar o plano de ação das próximas atividades, foi convocada uma reunião com os Fóruns de DCEs e dos servidores técnico-administrativos para o dia 10 de julho, na ADUNEB.
As ADS não descartaram a possibilidade de outras paralisações caso o governo não apresente respostas às reivindicações apresentadas no dia da manifestação em frente à Governadoria, quando exigiram do Secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, o desbloqueio dos benefícios dos docentes que há quase três meses aguardam posicionamento do Conselho de Política de Recursos Humanos (COPE).
Na última sexta-feira (19), a coordenadora do Ensino Superior, Gecilvânia Silva, informou por email, ao Fórum das ADs, que o COPE aprovou apenas a alteração de carga horária dos docentes que tiveram portaria publicada. “Quanto aos demais professores que não tiveram publicação no Diário Oficial do Estado, houve um entendimento de que o presidente do órgão, o Secretário de Administração Manoel Vitório, deve aprovar ad referendum assim que forem concluídos os cálculos”, disse Silva. Sobre o atraso de pagamentos a empresas terceirizadas, a coordenadora justificou que a Secretaria de Planejamento (SEPLAN) comprometeu-se a regularizá-los até o dia 30 deste mês. A falta de professores continua desencadeando protestos por parte do movimento estudantil em diferentes partes do Estado. Até o momento, Governo e Fórum de Reitores não apresentaram qualquer novidade sobre o assunto. |
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Últimas Notícias |
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Mantida a greve nas universidades estaduais paulistas
Os últimos informes da greve nas universidades estaduais paulistas afirmam que após as reivindicações do Fórum das Seis, as tropas da PM foram retiradas do campus da USP. Porém, passados quase 30 dias do rompimento unilateral das negociações, por parte dos reitores, não houve avanço na pauta. Utilizando a mesma argumentação de falta de recursos, os reitores mantiveram a mesma proposta salarial feita em 18 de maio. Em assembléia realizada no último dia 23, os docentes aprovaram a continuidade da greve e uma próxima assembléia para 30 de junho. Saiba mais aqui |
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CONLUTAS/BA apóia retirada das tropas da ONU no Haiti
Com a participação da CONLUTAS-BA, ADUFS, ADUSB, Regional Nordeste III e outras representações de movimentos sociais da capital baiana, aconteceu no último dia 18, em Salvador, o debate “Fora as Tropas do Haiti”. A exposição ficou por conta da ativista haitiana Carole Pierre Paul-Jacob, que junto com outros dois colegas vieram ao Brasil desmistificar o caráter de “missão humanitária” da ocupação da ONU naquele país. As tropas, lideradas pelo exército brasileiro, ocupam o Haiti há exatos 5 anos. No debate, a palestrante destacou que o objetivo da ocupação é fundamentalmente econômico e relatou repressões constantes aos movimentos sociais no país que, desde o início do mês, vive um intenso processo de lutas pelo aumento dos salários. De acordo com Pierre, a MINUSTAH, principal instrumento de repressão aos manifestantes, é o braço armado da oligarquia nacional e das multinacionais, fundamentalmente, empresas brasileiras e norte-americanas que se beneficiam do mais baixo salário da América. A atividade também foi realizada em outros estados brasileiros. Segundo Carole, a presença da delegação haitiana no Brasil, e a ida de uma delegação da CONLUTAS ao Haiti este ano e em 2007 simbolizam a importância da unidade entre os povos oprimidos. |
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Estatuinte organiza mais um seminário para subsidiar o debate
Após o debate sobre Estrutura acadêmico-administrativa, realizado no último dia 4 de junho, agora em julho um novo seminário discutirá o tema Autonomia universitária, financiamento e a relação público-privado. Enquanto isso, as Sub-comissões temáticas continuam discutindo e sistematizando seus resultados. A Comissão Geral ressalta a importância da participação da comunidade acadêmica e continua aguardando as contribuições das instâncias e dos(as) colegas. Mais informações sobre o processo podem ser obtidas na sala da Estatuinte UEFS localizada no CAU 3, ou através do site www.uefs.br/estatuinte. |
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Quatro mil servidores protestam contra privatização dos serviços públicos
Cerca de quatro mil servidores públicos federais foram às ruas no último dia 18 para protestar contra o PLP 92 que tem como objetivo a privatização dos serviços públicos. A passeata realizada em Brasília percorreu os diversos ministérios e em seguida os servidores lotaram o auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, para exigir que o parlamento rejeite o PLP 92 e arquive definitivamente o projeto de lei complementar. O ANDES-SN é historicamente contrário às fundações de apoio e como entidade integrante do Fórum Nacional de Lutas contra o PLP 92/07, participou das manifestações. O PLP autoriza o poder público a instituir as chamadas Fundações Estatais de Direito Privado permitindo que estas instituições administrem setores essenciais como Saúde, Educação, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente, dentre outros. Além disso, o projeto agride o Regime Jurídico Único - RJU, porque prevê a contratação de servidores sem concurso público, via CLT. |
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CONSEPE aprova semestre 2009.1 e férias em fevereiro de 2010
O Conselho Superior de Pesquisa e Extensão (CONSEPE) aprovou em sua última reunião (15) a proposta para o Calendário Universitário. Por maioria de votos, foi decidido que o início do semestre letivo 2009.1 será em 28 de setembro de 2009, com encerramento e provas finais no dia 11 de fevereiro de 2010. Em dezembro, haverá um recesso no período de 24/12 a 02/01. Logo após o carnaval, serão iniciadas as férias dos docentes. A representação da ADUFS, bem como os representantes discentes, também defendeu esta posição, que foi aprovada em assembléia dos professores no dia 17 de fevereiro.
Esta decisão retoma uma prática adotada pelos professores nos anos oitenta. Naquele período, quando ocorriam greves, não havia interrupção para o gôzo das férias. Foi só a partir de 2000 que as férias em janeiro começaram a vigorar na UEFS. A Diretoria da ADUFS entende que a ponderação feita na assembléia não pode ser confundida com o entendimento equivocado de que as greves são culpadas pelos eventuais transtornos institucionais ou pessoais dela decorrentes. “As paralisações das atividades acadêmicas têm sido decididas em assembléias amplamente convocadas, após um longo processo de discussão e quando as negociações não avançam, então, a categoria é empurrada à greve: governos e suas políticas para o Ensino Superior são os únicos responsáveis pelos movimentos grevistas”, destaca a diretoria. |
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FILIE-SE à ADUFS
A força do Sindicato está em seus/suas filiados(as) e na sua capacidade de defender os interesses da categoria. A ADUFS, desde a sua criação em 1981, tem pautado a sua luta em uma prática democrática, coerente e firme na defesa de um projeto de Universidade Pública.
Participar do Sindicato é exercer cidadania, é ser sujeito de sua história. Para filiar-se a ADUFS é preciso preencher um formulário ( aqui) com algumas informações e autorizar o desconto mensal de 1% sobre os vencimentos, assinar, e entregar na Sala da ADUFS no Módulo IV ou ligar para o ramal 8072 e solicitar que o mesmo seja coletado.
A Diretoria da ADUFS
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